segunda-feira, 29 de junho de 2009

nunca.


Eu sinto que parte de mim vai esvaindo-se pouco a pouco e não tenho nenhum artifício para impedir isso.

Estou sendo carcumida sem dó por um sentimento que eu não sei definir. Vazio. Nada.

O que é isso? Por que estou assim, sempre insatisfeita?

São respostas que preciso decifrar, senão serei uma eterna filósofa de coisa alguma.


Uma hora, estou tão feliz que posso pular e gritar na rua, por horas a fio, sem me cansar.

Outras vezes, tenho vontade de morrer, por achar que isso é mais fácil.

Mas nunca chegarei a me matar, porque ambições me mantém firme e deixá-las pra trás é simplesmente ridículo. Fraquezas não serão toleradas na minha vida, de nenhuma parte.

Tenho certeza que serei mais forte e esse dia vai chegar mais cedo do que eu imagino, mas tenho medo de ser um ser humano vazio, que não sente, e se sente, é um constante nada que nunca muda.


As variantes da vida às vezes me cansam, muito.

Acharei uma maneira de me livrar de todo mal que adquiri por terceiros. Se bem que mudei graças a isso, o que no mínimo é algo a se pensar.


reflita, se isso fizer sentido a você.

terça-feira, 23 de junho de 2009

estado vegetativo.


melhor coisa pra se fazer no momento.

ser uma pessoa em coma ambulante. Estar aqui, mas estar 'desligada' do mundo.

Ter um sono induzido por pelo menos um mês. Era o que eu queria.

-

Mas percebi que não adianta me lamentar, nem fazer de mim uma atriz de novela mexicana.

Vou encarar tudo de frente, com naturalidade e determinação, sem temer o futuro nem me arrepender de nada do que eu fiz.

Talvez assim, minha vida não seja de todo inútil, porque a primeira coisa que se aprende no parkour é que se deve, além de tudo, "ser forte para ser útil".

Pra que fazer algo se eu não acredito, então?


Seguirei forte. Serei útil.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

balanço.


Minha vida toda sempre pareceu um balanço, daqueles de parquinho mesmo.

Quando você é criança, seus pais precisam te dar o impulso necessário, pois você não alcança o chão. Mas você sempre será parado por eles, nunca por você mesmo. E ao cair, eles te ajudam a levantar e enxugam suas lágrimas.

Quando se é mais velho, você começa a se impulsionar, fica naquela expectativa, e o vento quase não alcança seu rosto. E de repente você se vê indo pra frente e pra trás numa viagem alucinante, em que o tempo não importa e você só quer sentir o vento se chocando fortemente em sua face, normalmente com um sorriso no rosto, vendo que nada pode te impedir e que você pode cair a qualquer momento, mas que nada mais interessa naquele segundo.

E quando você vai parando aos poucos, percebe que aquele momento acabou, como todos os outros. Sua 'vida' estanca de uma maneira terrível e você se vê parado, sentado no mesmo lugar. No mesmo lugar onde aquele pingo de adrenalina pulsava.


Momentos bons da vida precisam ser impulsionados. Mas a vontade de fazê-los acontecer vai esvaindo-se de mim pouco e pouco e logo, o que apenas restará é um balanço vazio, onde nem o vento tem ação sobre.

sábado, 20 de junho de 2009

;

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah

sexta-feira, 19 de junho de 2009

enfim.

cara, sem comentários.
a vida é uma montanha-russa, se me perdoam o clichê.
enfim, sem nada a declarar.
Muito chateada com os acontecimentos recentes, muito irritada com certas coisas que não vem ao caso e feliz em certos aspectos de incerteza.
A expectativa é mediana, porque ela nunca é uma boa companheira.
A vida se torna tão misteriosa que nada pode prever o que virá a seguir. E se isso que espero se tornar real, eu posso ter uma chance de ser feliz, em meio às minhas ambições e sonhos que ainda estão por vir.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Pinky

ganhei um ratinho *o*

segunda-feira, 15 de junho de 2009

viver.

cara, nem sei.
Se eu já to estressada com 16 matérias, imagina se eu fizer 20 + curso técnico?
acho que eu vou surtar de vez.
mas né... ninguém mandou ser ratona, agora tenho que arcar com as conseqüências.
e que se foda.

to puta da cara porque minhas metas estão cada vez mais longe.
e mais uma vez eu me fodo cada vez mais.

como ninguém lê essa merda, foda-se também.
só escrevo pra matar tempo da matemática.
to estudando que nem uma louca, espero que valha a pena isso tudo, senão alguns papéis vão voar e algumas pessoas que não tem nada a ver com a história vão ouvir.
normal da minha personalidade, e o pior é que eu sei disso.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Perdas

O doce perdeu o sabor
O fogo outrora ardoroso agora é ínfimo
O fator que predomina agora é a dor.

O que fizeste para tal feito?
Foi o meu modo de agir,
Algo imperfeito?

Todavia tudo o que é perfeito é cansativo
Tudo o que penso é contrastante
É o que me mantém vivo

O meu jeito de ser sempre será este
Não tente mudar o que não entende
A minha essência, minha vertente

Procura o que te fizeres feliz
Farei o mesmo por aqui
E com sorte, escaparei por um triz.
-
/um dia inspirado.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Turbilhão.



Encontrar-me no meio desses pensamentos que absorvem tudo o que eu sinto simplesmente se torna impossível.
Diante de tantos transeuntes, eu me sinto apenas sozinha e sempre vazia.
E nada irá mudar, e nada me fará acreditar que possa ser diferente.

Ter tudo e não ter nada.

Ser e não ser.

Querer e não poder.
Quero apenas me perder numa história que não é minha, num romance que definitivamente nao é meu e numa trama bem elaborada de uma vida que não é minha.
Me afugento em longos escritos de muitas páginas, tentativa frustada da falta de opções. E é só assim, nesse vai-e-vem de devaneios, que me mantenho erguida.
Sem sentido, eu sei.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Imprevisível.

Sei lá. Nunca sei de nada.
Minha vida dá reviravoltas que não sei explicar.
Talvez o inevitável aconteça e talvez o que estava previsto torne a não acontecer.
É tudo tão difícil de entender.
O imprevisível me persegue, sempre.
E a imagem? Só uma meta que hei de alcançar, como diversas outras que estão pela frente.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

seilá.


Ninguém se importa com nada.

A vida é uma eterna hipocrisia, sempre foi, sempre será.

Eu era a única cega que ainda tentava encontrar um pingo de sinceridade ao meu redor.

Bem feito pra mim.

Pelo menos o arrependimento e o remorso estão aí pra quem quiser se apropriar deles.


E ela segue, errante e desorientada, numa estrada capenga de lugar nenhum. :)

terça-feira, 2 de junho de 2009

é.

Não se pode contar os pontos antes de o jogo acabar.
O máximo que se tem a fazer é continuar a jogar
numa tentativa quase frustrante de vencer.

Reflitam.